Google Analytics: modelos de atribuição e métricas

GOOGLE ANALYTICS: MODELOS DE ATRIBUIÇÃO E MÉTRICAS

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No artigo anterior, falamos sobre o que é o Google Analytics, como ele funciona e como configurar suas metas.

É que, na verdade, boas estratégias de comunicação e marketing vão muito além de promover campanhas, anúncios ou ações. Monitorar os resultados que elas alcançam é essencial para alcançar o objetivo principal de qualquer empresa: fechar bons negócios!

Se você quer entender um pouco mais sobre como o Google Analytics pode ajudar seu negócio, continue lendo este artigo, que foi escrito especialmente para tirar todas as dúvidas sobre essa poderosa arma.

Para recapitularmos, o Google Analytics é uma ferramenta de análise de dados que permite rastrear sites, blogs e redes sociais, disponibilizando modelos de relatórios personalizáveis sobre os dados coletados.

Ele coleta dados usando uma combinação de cookies, navegadores e o código JavaScript. É baseado em três processos: coleta dos dados, processamento dos dados e criação dos relatórios. Também discorremos como acontece essa coleta, o processamento dos dados, configuração e a geração dos relatórios.

Aprendemos qual a importância, como configurar e quais são as principais metas do Google Analytics, sendo que as 4 principais são: destino, duração, páginas/telas por sessão e evento.

Hoje, vamos falar sobre o que são modelos de atribuição e as principais métricas da ferramenta.

Confira!

O que são modelos de atribuição do Google Analytics?

Depois de definir uma meta, é importante definir o modelo de atribuição que você usará. Um modelo de atribuição é um sistema pelo qual você atribuirá o valor da contribuição ao objetivo de cada um dos canais que intervém na experiência do cliente. Ou seja, um modelo de atribuição é o conjunto de regras que vai determinar como o crédito da venda ou conversão é atribuído a pontos de contato em caminhos de conversão.

Os 7 modelos de atribuição que o Google Analytics coloca à sua disposição são:

  1. Atribuição última interação: este modelo atribui 100% do valor da conversão ao canal anterior com o qual o cliente interagiu antes de fazer a conversão.
  2. Atribuição último clique não direto: neste caso, o total do valor da conversão é atribuído ao canal anterior em que o cliente clicou antes de efetuar a compra.
  3. Atribuição último clique do Google AdWords: a conversão é concedida ao último anúncio em que o usuário clicou antes de fazer uma conversão, independentemente de ele ter clicado ou não anteriormente em outros anúncios.
  4. Atribuição primeira interação: aqui, o valor da conversão é totalmente concedido ao primeiro canal com o qual o cliente interagiu.
  5. Atribuição linear: atribui o mesmo crédito a cada interação do canal até que a conversão ocorra. Portanto, todos os pontos de contato têm a mesma importância.
  6. Atribuição redução do tempo: modelo que tem uma duração pré-determinada de 7 dias. O ponto de contato que ocorre sete dias antes da conversão recebe a metade do valor do que ocorre no mesmo dia da conversão. Além disso, o valor que ocorre 14 dias antes recebe um quarto da atribuição. E a ação produzida 30 dias antes recebe a atribuição mínima.
  7. Atribuição com base na posição: é um modelo híbrido entre o modelo de atribuição da última interação e o da primeira interação. Em vez de atribuir todo o valor a uma única interação, é dividido entre a primeira e a última.

Quais são as métricas mais importantes no Analytics?

Você sabe como obter o máximo do Google Analytics para explorar ao máximo o seu marketing?

Apresentaremos as três métricas mais importantes e essenciais da ferramenta que serão fundamentais para otimizar seus resultados.

  1. Tempo médio na página

É uma métrica que calcula o tempo que o usuário passa no seu site.

O Google Analytics oferece informações sobre o tempo médio de permanência no site no geral, mas não para cada usuário.

Essas informações podem ajudá-lo a descobrir a importância de fatores como:

  • O nível de interesse despertado no leitor.
  • A velocidade média de leitura da página.
  • O nível de engajamento de sua página da web.

Além disso, é interessante fazer a relação entre a extensão do conteúdo e o tempo de permanência. Se o seu conteúdo é extenso, mas o tempo de permanência não excede um minuto, algo está errado.

O tempo de permanência é um dado essencial para alguns sites, principalmente para aqueles voltados à valorização de seus conteúdos. Porém, para qualquer página da web, um maior tempo de permanência é sempre sinônimo de sucesso.

  1. Referências

De onde vêm os usuários? Uma das melhores maneiras de saber a origem dos leitores do seu site é saber quais outros sites têm links para o seu. Esses dados são mostrados em uma tabela que leva em consideração as fontes de tráfego do seu domínio.

Essa tabela também mostra o número de usuários vindos de um site, bem como a quantidade de tráfego proveniente de sites gerais. Também é analisado o tráfego orgânico, que chega por meio de ações de SEO (posicionamento em mecanismos de busca) ou de usuários que entram diretamente no seu site.

Os dados dos acessos por referências são essenciais. Conhecer os sites que te remetem e que te alimentam de tráfego é um dado básico que te permitirá construir pontes com eles. Lembre-se que um dos pilares para conseguir se posicionar melhor no Google é conseguir backlinks valiosos para o seu site.

  1. Interesses

Um dos aspectos essenciais do marketing é encontrar e identificar usuários, pessoas que podem estar interessadas em sua oferta. Você pode fazer isso, entre outras maneiras, conhecendo seus interesses. Para o marketing de conteúdo, é essencial entender os interesses e questões que movem seus clientes.

Se você deseja se conectar com os clientes, é necessário ter informações sobre eles. O Google Analytics oferece essa informação por meio de palavras-chave ou conceitos usados ​​na pesquisa. Os interesses são os temas e as palavras que fazem os clientes virem até você. Que ideia torna seu site interessante?

O interesse gerado lhe dará um parecer sobre o tipo de usuário que entra em sua página. Em combinação com outras métricas, será possível analisar os interesses dos clientes.

Por meio deles, você pode especificar melhor as palavras-chave que usa em seu site, o que o ajudará a criar campanhas de marketing digital com mais chances de sucesso.

É possível que você tenha muito tráfego em seu site, mas poucas conversões. Uma das maneiras de resolver essa situação é olhar para os funis de conversão que você configurou no Google Analytics.

Desta forma, você poderá saber como funciona o seu site, a quantidade de usuários que chegaram por diferentes canais, quais páginas funcionam melhor ou em quais páginas você deve começar a fazer uma mudança radical.

Coloque a teoria em prática!

Com todos os dados e informações que você obteve dos dois artigos sobre Google Analytics, você conseguirá uma ótima base para começar a implementar a ferramenta e o código de acompanhamento para entender melhor o funcionamento do seu domínio e o comportamento dos usuários que o acessam.

Além disso, poderá desenvolver campanhas de marketing que realmente tragam resultados e altas taxas de conversão.

O Google Analytics pode revolucionar a interação dos usuários com seu site e é uma ferramenta de monitoramento essencial para aqueles que desejam transformar os visitantes do domínio em clientes.

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