Big Data: uso das métricas para resultados

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BIG DATA: métricas para a produção de conteúdo e tomada de decisão estratégica

 

A utilização de dados e de parâmetros para a produção de conteúdos e para a tomada de decisões estratégicas em diversos ramos da vida e principalmente na conjuntura econômica e mercadológica não se configura como uma ação recente, mas resguarda, na tessitura contemporânea, relevantes especificidades ditadas pela ambiência estruturada pelo digital.

 

O que muda no contexto atual, caracterizado também por intensa e acirrada competição entre empresas e marcas, é que inserido na era da criação e manipulação algorítmica da informação e da comunicação, a estruturação e a extensão de dados provenientes de diversas fontes a serem examinados ultrapassa o poder de consulta, análise e definição estratégica de um único indivíduo ou mesmo de um coletivo de experts no assunto de interesse para a obtenção de resultados previamente estipulados, os quais, em ampla medida, também passaram a ser pautados pelas métricas definidas e obtidas a partir do feedback oferecido pelo exame minucioso do Big Data (BD).

 

Estatísticas apontam que diariamente são gerados mais de 2,5 exabytes. Esse quantitativo praticamente dobra a cada três anos desde 1980. Especialistas indicam ser o Big Data (BD) justamente esse conjunto de informações existentes nos bancos de dados virtuais sobre qualquer assunto ou corporações, os quais podem ser acessados e interligados entre si por meio da rede mundial de computadores, podendo igualmente ser utilizados e manipulados remotamente e em tempo real para a efetivação de objetivos diversos.

 

Wikipédia, LinkedIn, Youtube são plataformas que exemplificam de modo excelente como conteúdos são produzidos e disponibilizados diariamente para consumo on-line. São eles igualmente exemplos de Big Data (BD) que evidenciam como o universo do digital dita regras também na constituição, acúmulo e aplicação de informações nos dias atuais. Essa grande memória digital, alimentada de modo contínuo por milhares de usuários em todo o mundo, dita regras de modo inquestionável.

 

Líderes e estratégias de Big Data

Mais do que nunca, se tornou crucial para os líderes de empresas, instituições e organizações de todos os setores e tamanhos a utilização das informações oferecidas pelas bases de dados virtuais mundiais, tendo-se em vista que as métricas e indicadores analíticos definidos e cruzados com conteúdo extraído do BD cooperam para a tomada eficaz e assertiva de decisões, contribuindo, desse modo, entre tantas possibilidades, para o aumento da produtividade e da rentabilidade dos negócios.

 

Mas este manuseio dos dados informacionais também se sofisticou com o digital. Diante da imensidão das fontes informacionais de descoberta e análise contínua de conteúdos extraídos tanto das fontes tradicionais (tipo call centers ou telemarketing, dentre outras) quanto das digitais como as já mencionadas, sejam elas internas ou externas às instituições, com o intuito de fazer crescer o negócio, tornou-se imprescindível a ação simbiótica “ser humano-máquina inteligente” também na sondagem dos dados.

 

Conforme já mencionado, por mais antenado que seja um líder, que possua o espírito de seu tempo, ou, ainda que dotado de inteligência e perspicácia singulares, ele será ineficiente diante do emaranhado de informações a serem extraídas e cruzadas para a geração de métricas e tomada eficiente de decisões. Mais do que nunca, tornou-se crucial a utilização de softwares de análise e prospecção para que os conteúdos produzidos sobre determinadas temáticas possam ser garimpados, analisados, articulados e transformados em subsídios estratégicos para a efetivação de soluções eficientes e eficazes de acordo com parâmetros definidos (igualmente influenciados, como frisado, pelo big data e métricas dele decorrentes) pelos líderes e suas organizações.

 

Por essa razão, tanto o BD quanto as métricas a serem computadas/aplicadas devem ser alocadas em plataformas (softwares) específicas, de preferência, integradas a sistemas de business intelligence (BI) das empresas, estruturando um processo integrado hábil em otimizar o uso dos conteúdos adquiridos por meio da aplicação de técnicas quantitativas e qualitativas sofisticadas. O objetivo a ser alcançado a partir dessa ação integrada é a produção de insights capazes de gerar ativos que poderão ser utilizados no planejamento e execução de atividades, influenciando positivamente na tomada de decisão dos gestores em seus ramos empresariais, sejam eles quais forem.

 

Esse tipo de ação que reúne a decisão pautada pelo julgamento e experiência do gestor (heurística) e a analítica e decisão oferecidas à partir de métricas e do BD permitirão que os profissionais, principalmente os de marketing possam identificar quais conteúdos se mostram mais alinhados à cada etapa do funil de vendas em atendimento às demandas de sua persona e de seu cliente final. Note que também as métricas do marketing pautado pelo digital irão alimentar o BD e deverão ser utilizadas para otimizar canais, mensagens e os resultados desejados.

 

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